sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

CAMELÔS Pelotenses não podem ocupar o calçadão, os AFRICANOS PODEM! Isso é discriminação!
Vamos entender o que é discriminação?
Discriminação é um substantivo, que significa distinguir ou diferenciar. No entanto, o sentido mais comum desta palavra aborda a discriminação como fenômeno sociológico.
A discriminação acontece quando há uma atitude adversa perante uma característica específica. Ou seja, quando se dá tratamento diferenciado aos iguais.
Uma pessoa pode ser discriminada por causa da sua raça, do seu gênero, orientação sexual, nacionalidade, religião, situação social, etc.
Vejamos o caso dos camelôs pelotenses:
Os pelotense, negros e brancos tem suas mercadorias apreendidas, são espancados e presos. Isso é fato, você já conhece a rotina, todos os . Natais, megaoperações de fiscalização, diga-se de passagem, somente nos pequenos, afinal os grandes empresários de pelotas são santos. quanto aos camelôs? (Não aparece ninguém para defender).
Os Africanos espancam os fiscais, desrespeitam a Guarda e a Polícia Militar e no dia seguinte voltam para vender suas muambas. (Estranhamente aparecem defensores de todos os lados).
Ora, não são todos "comerciantes informais? Sim, são. Então porquê essa discriminação, os brasileiros precisam tanto quanto os Africanos, no entanto, são tratados de forma diferente e isso é DISCRIMINAÇÃO. E o pior é que até a massa inflamada por líderes embusteiros, tendenciosos e aproveitadores, se coloca a favor de estrangeiros que agrediram brasileiros no exercício da função pública.
A coisa está toda torta, é preciso se informar, não sou contra os estrangeiros, mas a favor dos brasileiros e quanto a isso, saiba que os nossos ambulantes já tem histórias de disputas com os africanos, que expulsam os vendedores brasileiros dos espaços públicos.
As pessoas que saíram em defesa dos africanos, certamente não tiveram tempo de refletir e se dar conta que não estavam defendendo um grupo oprimido, mas advogando contra a própria casa, gente estrangeira, oprimindo brasileiros, tirando oportunidades de emprego e renda e ainda desafiando a força Pública.
Em qualquer um dos países vizinhos, Uruguai, Argentina ou Paraguai, se um brasileiro passar no sinal vermelho, "tomam a chave do carro e se houver discussão, você vai dormir no Xadrez). O tratamento é bem rigoroso, no entanto, não é errado, pois é direito cobrar o cumprimento da lei, o respeito e a manutenção da soberania Nacional. É como se estivessem dizendo: "Aqui em casa mando eu!"
Não entendo o que acontece com nosso povo, trata com flores os estrangeiros e com descaso os irmãos. Não se trata de uma disputa interna, governo contra o povo e vice-versa, o caso é entre brasileiros e estrangeiros. Não aceito, não importa como e nem porque eles estão aqui, o fato é que nosso povo não pode ser prejudicado para beneficiar os de fora.
Além do mais, se observar entre eles, não há, crianças, idosos ou mulheres. Todos tem entre 18 e 23 anos, porte atlético e são bem instruídos, inclusive poliglotas.
Engraçado nessa idade não deveriam estar no Exército ou lutando na Defesa de seu País, como é natural lá? A final eles parecem soldados.
A UCPEL (Universidade Católica de Pelotas), abriu a possibilidade de capacitação profissional e encaminhamento ao campo de trabalho à 52 estrangeiros, no entanto somente 20 (vinte) estão trabalhando, pois o restante negou-se a fornecer informações de sua origem, como endereço, familiares e outras informações sociais. O mais estranho e que causa suspeita é que não só negaram-se a informar seus dados como também, fugiram do local do cadastramento.
Tiveram a oportunidade de se colocar no mercado de trabalho formal e não aceitaram, por-quê deveriam ter privilégios sobre os nossos informais, ocupando um espaço que já é bastante disputado.
Se o governo local permitir aos Africanos permanecerem no calçadão vendendo suas bugigangas, nossos ambulantes automaticamente ficam autorizados a ocupar o mesmo espaço, do contrário, DISCRIMINAÇÃO MAIS UMA VEZ.
PENSE NISSO......

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