Manifestação
do Espírito Santo ou deboche do capeta?
Segundo
o registro Bíblico, antes de ser crucificado, o Senhor Jesus reunido
com os apóstolos, fez uma promessa: - Não deixá-los órfãos,
enviaria o Espírito Santo.
João
(14:16-17), “16E, eu rogarei ao Pai, e ele vos dará
outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco,17 o
Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o
vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e
estará em vós.
Essa
promessa se cumpre na celebração do dia de pentecostes, em
Jerusalém, 50 dias depois da páscoa judaica. O espírito santo
desceu sobre os discípulos de Cristo, na forma de línguas de fogo.
Nesse episódio é registrado a primeira manifestação do chamado
Dom de línguas. Os apóstolos falavam em sua própria língua, o
aramaico, e as pessoas de outras nações que estavam presentes,
ouviam o que era falado em suas próprias línguas Natais.
(Atos
2:1-12), 1 E cumprindo-se o dia de
Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar;
2
E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e
impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados.
3
E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as
quais pousaram sobre cada um deles.
4
E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras
línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.
5
E em Jerusalém estavam habitando judeus, varões religiosos, de
todas as nações que estão debaixo do céu.
6
E, correndo aquela voz, ajuntou-se uma multidão, e estava confusa,
porque cada um os ouvia falar na sua própria língua.
7
E logo todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois
quê? Não são galileus todos esses homens que estão falando?
8
Como pois os ouvimos cada um, na nossa própria língua em que somos
nascidos?
9
Partos e medos, elamitas e os que habitam na Mesopotâmia, e Judéia,
e Capadócia, Ponto e Ásia,
10
E Frigia e Panfilia, Egito e partes da Líbia, junto a Cirene, e
forasteiros romanos, tanto judeus como prosélitos,
11
Cretenses e árabes, todos os temos ouvido em nossas próprias
línguas falar das grandezas de Deus.
12
E todos se maravilhavam e estavam suspensos, dizendo uns para os
outros: Que quer isto dizer?
O
falar em línguas estranhas não é exclusividade dos evangélicos,
mas também dos integrantes da renovação carismática católica.
O
dom de falar em línguas, em tese é dado por Deus. Primeiramente foi
concedido aos discípulos no dia de pentecostes, onde estavam
reunidos para oração, de repente veio um vento forte sobre eles,
então começaram a falar línguas estranhas.
Atualmente
nas igrejas evangélicas ou movimentos da renovação carismática
católica a prática do louvor em línguas é algo comum e
corriqueiro, ao entrar em uma igreja evangélica, certamente você
irá vivenciar aexperiência de ouvir uma ou mais pessoas falando a
suposta língua dos anjos.
Quando
Jesus ressuscitou e voltou para o céu, vendo ele que os seus
discípulos estavam se sentindo tristes e sozinhos, também deu a
eles a autoridade de expulsar demônios em seu nome e também falar
em línguas estranhas.
(Marcos
16:17), “E estes sinais seguirão aos que crerem: Em
meu nome expulsarão os demônios; falarão
novas línguas;
A
linguagem prometida é incompreensível para a maioria, o que faz
pensar ser errado, por não entenderem o que está sendo falado,
entretanto, isso não é um erro, na Palavra de Deus encontramos um
fundamento para tal questionamento.
“Segui
o amor, e procurai com zelo os dons espirituais, mas
principalmente o de profetizar, porque o que fala em língua
desconhecida não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém
o entende, e em espírito fala mistérios.” (1 Coríntios 14:1-
2).
Aquele
que está cheio do Espírito Santo de Deus alcança pode alcançar a
graça de falar as línguas estranhas, e isso não está relacionado
só aos evangélicos, mas a todos os cristãos que buscarem
incessantemente os Dons de Deus. Falar em línguas é um dom que Deus
concede para o exercício da evangelização.
“Está
escrito na lei: Por gente de outras línguas, e por outros lábios,
falarei a este povo; e ainda assim me não ouvirão, diz o Senhor.”
De
sorte que as línguas são um sinal, não para os fiéis, mas para os
infiéis; e a profecia não é sinal para os infiéis, mas para os
fiéis.
Se,
pois, toda a igreja se congregar num lugar, e todos falarem em
línguas, e entrarem indoutos ou infiéis, não dirão porventura
que estais loucos?”
(1
Coríntios 14:21-23).
“O
que fala em língua desconhecida edifica-se a si mesmo”
(1
Coríntios 14:4).
O
falar em línguas estranhas pode ser uma maneira daqueles que estão
imbuídos do Espírito Santo de Deus, atribuir o louvor que somente
Ele, Deus, compreenderá.
A
grande obra da Bíblia é revelar o Deus criador; Deus criador de
tudo, aquele que soprou sobre o primeiro homem o Espírito de vida;
esse mesmo sopro de vida que vive em você, preenchendo o corpo
físico. Quando morrer, a parte de carne vai para o cemitério e a
parte falante, que pensa, que sente, que chora e se alegra; essa vai
para Deus. Quer dizer, voltará para Deus se for merecedora dese
prêmio: A coroa da vida, na morada eterna com o Pai.
Pouco
é falado sobre o assunto, mas o fato é que se existe
um Deus criador e bondoso, também existe um pseudo-deus, antagonista
que é mau e
não quer deixar você voltar para o Pai.
Vamos
pensar um pouco, a
Bíblia fala que compreendemos a natureza e o poder de Deus,
observando as coisas criadas:
Desde
a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno
poder e sua natureza divina têm sido vistos claramente, sendo
compreendido por meio das coisas criadas (Rm 1.20a).
Partindo
dessa afirmação simples e clara, vamos atentar para o seguinte,
praticamente todas as coisas têm, duas ou mais versões, mas vamos
nos ater somente aos dois lados da moeda:
Existe
o dia e a noite, o frio e o calor, o alto e o baixo, o leve e o
pesado, a chuva e o sol, o doce e o salgado, o bonito e o feio, e
finalmente o mocinho e o bandido. Logo inferimos também haver, DEUS
e o diabo. E se existem, e eles existem, são adversários,
batalhando pela sua adoração.
MAS
O QUE ISSO QUER DIZER / O QUE TEM A VER COM FALAR EM LÍNGUAS?
Quer
dizer que se você passar na frente de uma igreja e ouvir um bando de
crentes falando em línguas, ao mesmo tempo, possivelmente vai
pensar, que é uma reunião de gente louca, analfabeta e sem outra
coisa para fazer, se iludindo com religião.
Isso
parece agressivo, mas é isso mesmo que se houve, no ceio da
sociedade, pelo senso comum. Não precisa comprovação acadêmica ou
científica,
é só perguntar ao seu vizinho.
É
exatamente essa consequência, o que tem a ver entre
Deus, o diabo e o falar em línguas. Quando as línguas faladas na
igreja não são de acordo com o ensinamento Bíblico e as
orientações para
o seu exercício, deixa de ser uma manifestação
do Espírito Santo, para uma simples obra do pensamento humano ou
influência do diabo, um deboche, uma blasfêmia.
O
objetivo dessa influência é fazer com que as pessoas indoutas, não
crentes, se decepcionem definitivamente com a religião, com a Bíblia
ou com Deus.
Alguém
que seja exposto
a um culto, onde várias pessoas falam
em línguas ao mesmo tempo, e não haja quem interprete:
Certamente não desejará
participar daquela crença, afinal parece algo idiota, imbecil
e exacerbadamente inculto. “Pimba”,
dez a zero para o capeta, ele influencia os incautos a falar em
línguas que não receberam, e não foram dadas por Deus, mas fruto
da alma exibida de homens ou manifestação do maligno, e nisso o
falar em línguas que seria algo Divino, provedor de esperanças e
abençoador se torna uma arma poderosa contra o Reino de Deus,
desacreditando as massas da Fé em Deus. Aliás tem sido assim, as
pessoas não querem sabe r de Deus, de Jesus e da Bíblia por causa
dessas mentiras.
AS
LÍNGUAS SERÃO VERDADEIRAS SE FOREM FALADAS DE ACORDO COM O QUEA
BÍBLIA ORIENTA, FORA DISSO É DEBOCHE DO CAPETA.
Quem
ensina é o apóstolo Paulo:
1
Coríntios 14,1 Segui o amor, e procurai com zelo os dons
espirituais, mas principalmente o de profetizar.
2
Porque o que fala em língua desconhecida não fala aos homens, senão
a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala mistérios.
3
Mas o que profetiza fala aos homens, para edificação, exortação e
consolação.
4
O que fala em língua desconhecida edifica-se a si mesmo, mas o que
profetiza edifica a igreja.
5
E eu quero que todos vós faleis em línguas, mas muito mais que
profetizeis; porque o que profetiza é maior do que o que fala em
línguas, a não ser que também interprete para que a igreja receba
edificação.
6
E agora, irmãos, se eu for ter convosco falando em línguas, que vos
aproveitaria, se não vos falasse ou por meio da revelação, ou da
ciência, ou da profecia, ou da doutrina?
7
Da mesma sorte, se as coisas inanimadas, que fazem som, seja flauta,
seja cítara, não formarem sons distintos, como se conhecerá o que
se toca com a flauta ou com a cítara?
8
Porque, se a trombeta der sonido incerto, quem se preparará para a
batalha?
9
Assim também vós, se com a língua não pronunciardes palavras bem
inteligíveis, como se entenderá o que se diz? porque estareis como
que falando ao ar.
10
Há, por exemplo, tanta espécie de vozes no mundo, e nenhuma delas é
sem significação.
11
Mas, se eu ignorar o sentido da voz, serei bárbaro para aquele a
quem falo, e o que fala será bárbaro para mim.
12
Assim também vós, como desejais dons espirituais, procurai abundar
neles, para edificação da igreja.
13
Por isso, o que fala em língua desconhecida, ore para que a possa
interpretar.
14
Porque, se eu orar em língua desconhecida, o meu espírito ora bem,
mas o meu entendimento fica sem fruto.
15
Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o
entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o
entendimento.
16
De outra maneira, se tu bendisseres com o espírito, como dirá o que
ocupa o lugar de indouto, o Amém, sobre a tua ação de graças,
visto que não sabe o que dizes?
17
Porque realmente tu dás bem as graças, mas o outro não é
edificado.
18
Dou graças ao meu Deus, porque falo mais línguas do que vós todos.
19
Todavia eu antes quero falar na igreja cinco palavras na minha
própria inteligência, para que possa também instruir os outros, do
que dez mil palavras em língua desconhecida.
20
Irmãos, não sejais meninos no entendimento, mas sede meninos na
malícia, e adultos no entendimento.
21
Está escrito na lei: Por gente de outras línguas, e por outros
lábios, falarei a este povo; e ainda assim me não ouvirão, diz o
Senhor.
22
De sorte que as línguas são um sinal, não para os fiéis, mas para
os infiéis; e a profecia não é sinal para os infiéis, mas para os
fiéis.
23
Se, pois, toda a igreja se congregar num lugar, e todos falarem em
línguas, e entrarem indoutos ou infiéis, não dirão porventura que
estais loucos?
24
Mas, se todos profetizarem, e algum indouto ou infiel entrar, de
todos é convencido, de todos é julgado.
25
E, portanto, os segredos do seu coração ficam manifestos, e assim,
lançando-se sobre o seu rosto, adorará a Deus, publicando que Deus
está verdadeiramente entre vós.
26
Que fareis pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem
salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação.
Faça-se tudo para edificação.
27
E, se alguém falar em língua desconhecida, faça-se isso por dois,
ou quando muito três, e por sua vez, e haja intérprete.
28
Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale
consigo mesmo, e com Deus.
29
E falem dois ou três profetas, e os outros julguem.
30
Mas, se a outro, que estiver assentado, for revelada alguma coisa,
cale-se o primeiro.
31
Porque todos podereis profetizar, uns depois dos outros; para que
todos aprendam, e todos sejam consolados.
32
E os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas.
33
Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas
as igrejas dos santos.
34
As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas; porque não lhes é
permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei.
35
E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus
próprios maridos; porque é vergonhoso que as mulheres falem na
igreja.
36
Porventura saiu dentre vós a palavra de Deus? Ou veio ela somente
para vós?
37
Se alguém cuida ser profeta, ou espiritual, reconheça que as coisas
que vos escrevo são mandamentos do Senhor.
38
Mas, se alguém ignora isto, que ignore.
39
Portanto, irmãos, procurai, com zelo, profetizar, e não proibais
falar línguas.
40
Mas faça-se tudo decentemente e com ordem.
É
claro caro leitor, existem vários outros argumentos para testificar
a veracidade das línguas faladas na
igreja, mas essa orientação do apóstolo Paulo é elementar, serve
para alertar e instruir.
O
alerta é simples, se você vai em uma igreja e as coias são feitas
de forma diferente, do que está orientado na Bíblia, então o
líder
dessa igreja, não segue a Bíblia, logo seu senhor é o “capiroto:”,
rsrsrs.
Esse
sorriso é de tristeza, pois infelizmente a maioria das igrejas está
praticando o erro, e Aí! Ai, daquele que denunciar o contrário.
Afinal a coisa está dando certo, as pessoas estão em pecado
constante, transgredindo a lei de Deus, mas se enganam, se alegram
falando em línguas que não receberam de Deus, e nem poderiam sem a
fidelidade ao evangelho. isso da status ao “falador em línguas”
e garante um bom público de fiéis dizimistas, todavia,
impede que os leigos na Fé desejem conhecer a Igreja ou a salvação.
A
instrução? Essa
é voltada aos cristãos, aos mestres, aos presbíteros, aos
pastores, enfim, as lideranças, façam tudo com ordem e com decência
e isso denota o fiel cumprimento do que está determinado na Bíblia.
Qualquer
argumento fora da Escritura, é engano do capiroto, cuidado igreja de
Cristo.
Jesus
abençoe a todos.

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